sábado, 12 de agosto de 2017

Núcleos pernambucanos da COMADEPLAN se reúnem em Caruaru

12.08.2017
Por Irineu Messias*

Pastor José Lins, pastor-presidente da Assembleia de Deus Ebenézer e vice-presidente do Núcleo Recife da COMADEPLAN.
Os dois Núcleos pernambucanos da  CONVENÇÃO DE MINISTROS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO PLANALTO CENTRAL - COMADEPLAN, reuniram-se na cidade de Caruaru, dia 05 de agosto de 2017. 

Pastor Severino do Ramo, pastor-presidente da Asembleia de Deus Adoração, e presidente do Núcleo Recife da COMADEPLAN.

A reunião aconteceu na Igreja Assembleia de Deus , Minstério Morada Nova, presidida pelo pastor Carvalho Júnior, que é também presidente do núcleo do Agreste pernambucano da COMADEPLAN. Estavam presentes os membros da diretoria do Núcleo do Recife, presidido pelo Pastor Severino do Ramo, também presidente da Assembleia de Deus Adoração.Participaram também o pastor José Lins, Robenildo Lins, respectivamente , vice-presidente e secretário do núcleo  Recife da COMADEPLAN.

Pastor Robenildo Lins, vice-presidente da Assembleia de Deus e secretário do Núcleo Recife da COMADEPLAN
O evento discorreu sobre diversos assuntos pertinentes à organização e consolidação das diretrizes da COMADEPLAN no estado de Pernambuco, razão pelo qual, os presidentes de ambos núcleos, os pastores Carvalho Júnior e Severino do Ramo decidiram sempre realizar reuniões conjuntas, nas perspectivas de organizar e ampliação o alcance da COMADEPLAN para todo estado de Pernambuco, mas trabalhar uma comunhão permanente entres os ministros pertecentes á Convenção.



Pastor Carvalho Júnior, presidente da Assembleia de Deus, Ministério Nova Morada, presdiente do Núcleo Agreste da COMADEPLAN, em Caruaru.

Na opurtunidade, foram deliberados alguns eventos entres eles,  a realização da primeira Escola Bíblica de Obreiros da COMADEPLAN,a se realizar no final de outubro deste ano.Além deste vento ocorrerá outra  reunião fraternal de Ministros. Acima a foto com a composição da diretoria de ambos os núcleos da COMADEPLAN.

Ministros da Ebénezer presentes na do Núcleo Agreste da COMADEPLAN

O pastor-presidente , José Lins e o vice-presidente , Robenildo Lins,  estiveram acompanhado pelos ministros Irineu Messias e Gilmar Fernandes.

No sábado, dia 12 de agosto, haverá uma outra reunião conjunta dos núcleos COMADEPLAN, que será realizada na Assembleia de Deus Adoração, do pastor Severino do Ramo.
Ministros que participaram da reunião em Caruaru, dia 05.08.17.
Os pastores José Lins  Robenildo Lins, além dos ministros Irineu Messias e Gilmar Fernandes participaram desta reunão em Recife. Irão também participar as esposas dos pastores e ministros presentes à reunião, a saber, as missionárias Edileuza Ramos, Ana Lins, Tânia Araújo e Magnólia Fernandes.
******

terça-feira, 8 de agosto de 2017

DIÁRIO DE PERNAMBUCO: A contribuição sagrada de quem tem fé

07.08.2017
Por Ana Paula Neiva

Costume estabelecido ainda na Antiguidade, dízimo segue popular entre religiosos e é pilar de igrejas

Diácono Rivaldo colhendo a oferta da Missionária Magnolia Fernandes
Todo fim de mês era a mesma coisa. A tia e a avó chegavam em casa do trabalho e colocavam sobre a mesa da sala todo o dinheiro que recebiam. Enquanto uma contava a quantia, a outra separava os envelopes para os pagamentos. Um deles era reservado ao dízimo. A secretária Catharina Nicolly da Silva Teixeira, 42 anos, cresceu vendo as tias guardarem 10% do que ganhavam para doar à Igreja, e hoje não poderia fazer diferente. De tudo que recebe juntamente com o marido, o mecânico Leonardo da Silva Pereira, 32, separa o percentual do dízimo.


A contribuição religiosa existe desde a Antiguidade. Em templos do Egito, Grécia e Roma, o pagamento já era feito em 1.500 antes de Cristo. Naquela época, eram aceitas doações de animais, frutas e até armas.


Presbítero Lenardo e sua esposa Catharina Nicolly

Quem faz a doação de forma espontânea acredita que o ato só faz prosperar. Assim, muitos fiéis preservam o hábito, apesar dos problemas financeiros. “A gente dá com o coração, sem intenção de receber nada em troca. Mas já tivemos muitas bênçãos por isso. Vem de onde a gente menos espera”, comentou a secretária Catharina Nicolly. Ela integra a Igreja Ebenezer, no bairro de São Benedito, em Olinda, junto com o marido, que é presbítero(foto acima).

Na igreja da qual faz parte, o casal diz ter o controle de onde o dinheiro é aplicado. “A gente sabe para onde vão os recursos. A instituição sobrevive com o auxílio dos seus fiéis. Se alguém da comunidade precisa de ajuda, a igreja apoia, seja para pagar uma conta atrasada, comprar comida, um botijão de gás. Sempre estaremos de braços abertos. É do dízimo que vem esse auxílio”, explicou.

O pastor Robenildo Lins Ramos considera que o dízimo é a “devolução” do que Deus faz por nós. “É a gratidão, por isso a oferta precisa ser voluntária e não obrigatória. É preciso ter fé”, diz.

Pastor Robenildo Lins
Para ilustrar o poder que acredita que o dízimo tem, Robenildo relembra um fato ocorrido com um membro da sua igreja que trabalhava na obra da transposição do Rio São Francisco, em Santa Maria da Boa Vista, no Sertão. “O irmão recebeu seu salário, e ao sair do serviço, foi assaltado. O ladrão mandou que tirasse a farda e entregasse o dinheiro. Assim o fez. Mas o valor do dízimo, que estava num envelope guardado entre sua roupa íntima, não foi roubado. Mesmo após assalto, esse fiel esteve na igreja para entregar a sua contribuição. Ao chegar em casa, percebeu que, em sua pressa, o bandido havia deixado o dinheiro roubado dentro da própria roupa, que o fiel vestiu. Ele recebeu um livramento. Foi a bênção de Deus”, contou o pastor.

Na Igreja Católica, o dízimo também é repassado pelos fiéis. “A gente não paga uma quantia, a gente empresta a Deus”, define Juliana Almeida, dizimista da Matriz Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, no Espinheiro, e coordenadora financeira do templo. Juliana lembrou que o dízimo aparece no Antigo Testemento para ajudar o povo de Levi, considerada uma das tribos mais pobres de Israel.

Na Igreja do Espinheiro, Juliana contribui com dízimo desde 1992. Segundo ela, o que é arrecadado tem três destinos diferentes, como ações missionárias, manutenção do clero e trabalhos sociais. “Aqui na paróquia temos seis funcionários fixos, contratados, pagos com dinheiro arrecadado do dízimo”, esclareceu. Além disso, a igreja mantém a doação de 130 cestas básicas para moradores carentes de comunidades próximas e desenvolve trabalho com alfabetização de idosos.

O padre Damião Silva, da Paróquia de Santo Amaro, em Jaboatão, lembra que, segundo as escrituras sagradas, o valor da doação é estipulado em 10% do que se ganha mensalmente, mas a Igreja Católica não obriga seus fiéis. “O correto seria fazer o pagamento pelo valor da renda, mas temos essa flexibilidade porque há muitas pessoas sem vínculo empregatício”, comentou.

O religioso, no entanto, ressalta que o verdadeiro católico obedece as leis da Igreja. Padre Damião cita o versículo do livro de Malaquias, que ressalta a lei do retorno: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”. 

Curiosidades

  • Na Bíblia, o dízimo é citado pela primeira vez no livro de Gênesis 14, numa referência indireta à prática, quando Abraão oferece parte de seus bens ao rei e sacerdote Melquisedeque. Já na forma destinada à manutenção do culto, o dízimo aparece em Levítico 27.
  • A cobrança foi institucionalizada pela Igreja Católica durante o Concílio de Macon, em 585, quando ficou estabelecido o repasse da quantia de 10% das posses dos fiéis. Entretanto, o rei Carlos Magno estendeu a prática no século 9, principalmente nas regiões conquistadas por ele.
  • A partir do século 18, quando ocorreu a separação entre Igreja e Estado, o dízimo passou a ser um tributo exclusivamente de ordem religiosa. Aos 21 de setembro de 1789, o rei Luís XVI promulgou o decreto que declarava extinta a praxe dos dízimos.
  • No Brasil Colônia e durante o Império, vigorava a contribuição do dízimo, cobrado e em parte administrado pelo Estado, então oficialmente unido à Igreja. Quando do advento da República, a Igreja viu-se privada desses recursos.

Clique na imagem abaixo e veja o fac-símile da matéria do DIÁRIO DE PERNAMBUCO:

******
Fonte:http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/suplementos/educacao-e-religiao/2017/07/29/interna_educacaoereligiao,172606/a-contribuicao-sagrada-de-quem-tem-fe.shtml

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

CPAD News: Entrevista com José Wellington Bezerra da Costa

07.08.2017 
Do portal CPAD NEWS

O repórter Jorge de Andrade realiza entrevista exclusiva com o homem que marcou a história da Assembleia de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Bezerra da Costa. Ele conta um pouco sobre os 30 anos a frente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). 

   
***** 
Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=HzAsyb18-_s

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

07.08.2017
Do portal da CPAD NEWS*

Argumentos incontestes atingem quem defende que ´Bíblia é ficção´

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

Acreditar na veracidade da Bíblia em pleno século 21 é uma questão só de fé, certo? Não para Lawrence Mykytiuk, da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA). Ele está divulgando o que chama de método para “desenvolver a historicidade” dos relatos.
Graças ao sistema criado por ele, 53 indivíduos citados no Antigo Testamento tiveram sua comprovação como personagens históricos genuínos. O professor Mykytiuk trabalha apenas com o que chama de “evidências materiais”.
Sua formação como bibliotecário e especialização em técnicas de catalogação aliaram-se ao seu interesse na Bíblia para fazer o que ele acredita que os arqueólogos deveriam estar fazendo há muito tempo: examinar inscrições de peças arqueológicas e combiná-las com o registro desses nomes na Bíblia.

O sistema elaborado por Mykytiuk baseia-se em três critérios: um nome bíblico deve equivaler a uma inscrição autêntica, sem possibilidade de falsificação. Os nomes – na Bíblia e na inscrição – devem corresponder em termos de configuração e no período de tempo. O último estágio, talvez o mais difícil, é procurar correspondências de pelo menos três detalhes específicos que identifiquem um indivíduo, como nome, título ou nome do pai.
“Se corresponde às menções nas Escrituras, é uma certeza inegável”, disse Mykytiuk. “Pode haver algumas pessoas com o mesmo nome ou até o nome do pai idêntico”, acrescentou, “mas o mesmo título? Isso se torna inegável”.
Ele deixa claro que as verificações de nomes bíblicos não garantem que os eventos bíblicos envolvendo esses indivíduos sejam precisos, apenas de que não se trata de uma “obra de ficção”, como argumentam muitos críticos.
Desenvolvido ao longo de 25 anos, o “sistema Mykytiuk” já provou que funciona. Estudando 94 inscrições, ele identificou reis, faraós, sumos sacerdotes e escribas, entre outros.
Todos os nomes são masculinos, embora ele acredite que esteja perto de identificar uma mulher a partir de uma inscrição.
As pessoas identificadas incluem oito reis do Reino do Norte (Israel) e seis do Reino do Sul (Judá). Um deles é o rei Acabe, que liderava Israel na Batalha de Qarqar, em 853 a.C. – um evento que Mykytiuk relaciona com os relatos de ambos os livros de Reis e em uma imagem do monstro de Kurkh.
“Havia apenas um rei israelita naquele momento que poderia ter lutado [na batalha]”, disse o professor. “Achei uma correspondência entre a inscrição e a Bíblia”, comemora.
A verificação mais antiga de Mykytiuk é de outro soberano – o próprio rei Davi, que viveu perto do ano 1000 a.C. Ele encontrou uma correlação entre o personagem descrito no livro de 1 Samuel e ??a inscrição na parede da “Casa de Davi”, descoberta nas escavações de Tel Dan, no norte de Israel.
“’O rei de Israel’ é mencionado numa linha”, ressalta Mykytiuk, em seguida lemos Melech Beit David”. Estava em aramaico, mencionado pelos seus inimigos, os amonitas, que conquistaram Tel Dan e ergueram um monumento para comemorar a vitória. Fizeram uma estela, um grande bloco de pedra.
Mais tarde os israelitas reconquistaram o lugar e destruíram [a estela] usando seus pedaços para erguer uma parede”.
“Davi é tão importante na Bíblia hebraica e no Novo Testamento … Se você deseja verificar alguém, ele é o cara certo”, acrescentou.
Os persas, os babilônios, os egípcios, os moabitas, os arameus e os damascenos também aparecem na lista de Mykytiuk, apenas alguns dos quase 3.000 povos mencionados na Bíblia.
“Para a maioria, tudo o que temos são nomes”, enfatiza o especialista. “Talvez apenas algumas centenas tenham fatos identificáveis em número suficiente na Bíblia para realmente identificá-los em alguma outra fonte escrita”. Mas as identificações continuam surgindo.
Recentemente, ele publicou na revista especializada em arqueologia Biblical Archeology Review, suas descobertas sobre Tatenai, um administrador persa sob Dário o Grande; e Nebuzaradan e Nergal-Sarezer, dois guerreiros babilônios que lutaram pelo rei Nabucodonosor II, que destruiu o Primeiro Templo.
O nome de Tatenai é mencionado em fontes bíblicas, como Esdras 5:3 e em uma tabuinha assinada por Dario, datada de 502 a.C. Já Nebuzaradan e Nergal-sharezer aparecem nos livros de Reis e Jeremias, respectivamente. Esses nomes estão inscritos em textos cuneiformes no chamado “prisma de argila” de Nabucodonosor II.

Fazendo escola
O interesse de Mykytiuk em verificações arqueológicas começou em 1992, enquanto ele cursava a pós-graduação em estudos hebraicos e semíticos na Universidade de Wisconsin-Madison.
Ele estudava a imagem de uma impressão de argila de um anel de sinete pertencente a um servo do rei Ezequias, que governou o reino do Sul e é mencionado no Livro dos Reis. Ele identificou o que parecia ser o nome do rei.
Desde então não parou mais de investigar. Disse também que a maioria dos estudiosos europeus nessa área diziam que a Bíblia hebraica era “uma obra de ficção com algumas referências históricas espaçadas”. Ele só lembrava da impressão do selo de um servo de Ezequias, que a Bíblia mencionava.
Cristão, Mykytiuk dedicou-se a verificar os nomes no Antigo Testamento, estudando diversas inscrições. Ele escreveu sua dissertação sobre o tema e a publicou como livro anos mais tarde.
Apesar de contestado por alguns de seus colegas, revela que seguiu os passos do arqueólogo israelense Nahman Avigad, que morreu em 1992 e havia deixado um legado para as verificações bíblicas. “Ele estabeleceu alguns critérios que usei e aperfeiçoei”, revela. “Naquela época ninguém tinha critérios, exceto Avigad”.
Depois de Mykytiuk estabelecer um sistema próprio, ganhou seguidores como Kenneth Kitchen, professora de egiptologia da Universidade de Liverpool (Inglaterra), e Bob Becking, professor de Bíblia, Religião e Identidade na Universidade de Utrecht (Holanda).

Novo Testamento
O professor Mykytiuk continua fazendo verificações, segundo o seu método, agora envolvendo o Novo Testamento.
Assim que terminou as 50 primeiras verificações do Antigo Testamento, um colega o motivou: “Podemos terminar o Novo Testamento também”. Para Mykytiuk este era um grande desafio.
“Eu sou um homem da Bíblia hebraica, fazer um estudo do Novo Testamento é muito diferente, com inscrições e moedas gregas e latinas com as quais você não lida nos estudos sobre o Antigo Testamento”.
Mas ele foi em frente. Seu próximo artigo incluirá verificações de 23 figuras políticas do Novo Testamento. Ele espera publicar o material na edição de setembro/outubro da Biblical Archeology Review. O material inclui, além de estudos sobre homens, várias mulheres.
“Muitas são mencionadas em moedas – governantes e suas esposas [ou] irmãs eram politicamente muito influentes”, disse Mykytiuk. O especialista revela que está trabalhando em outro artigo sobre as figuras religiosas do Novo Testamento, como João Batista, Gamaliel e os sumos sacerdotes.
*Gospel Prime / com informações de Times of Israel
*****
Fonte:http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/40565/arqueologo-confirma-a-existencia-de-53-personagens-biblicos.html