sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Uma rede de televisão a serviço da destruição dos valores cristãos: Para sempre sem Globo!

20.10.2017
Do portal CPAD NEWS, 11.10.17
Por PrCiro Sanches Zibordi *



Excelente essa campanha do dia sem Globo, no próximo dia da criança: #Dia12SemGlobo! Depois, na semana que vem, podemos fazer ‘a semana sem Globo’. Em novembro, ‘o mês sem Globo’. E, em 2018, ‘o ano sem Globo’. Finalmente, em 2019, celebraremos o ‘para sempre sem Globo’.



Essa emissora — não só ela, mas é a principal — sempre foi inimiga da família. Ultimamente, porém, passou de todos os limites. Não por acaso, a hashtag #GloboLixo ficou o dia inteiro de segunda-feira nos trending topics do Twitter, figurando entre os primeiros lugares do tt mundial.

Antes, a tag #SomosTodosDonaRegina, em alusão a uma senhora que ousou enfrentar artistas ‘globais’ no programa da jornalista Fátima Bernardes, também esteve nos primeiros lugares. Muita gente, não somente os 'fundamentalistas' evangélicos, está revoltada e protestando contra a programação dessa, ainda, maior emissora brasileira.


Entretanto, pelo que tenho lido, a Globo vai ampliar o seu ataque à família e à inocência das crianças, com mais novelas, programas, reportagens especiais e participação de 'formadores de opinião' em prol da perniciosa Ideologia de Gênero.

Oremos e orientemos nossos parentes e amigos, mas também boicotemos essa emissora e outras que apoiam a chamada Pedofil’Arte. Não precisamos assistir à Globo para refutá-la, pois na Internet ficamos informados de tudo.

*Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Autor do best-seller “Erros que os pregadores devem evitar” e das obras “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Erros que os adoradores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A” e “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer”, todos títulos da CPAD. É ainda co-autor da obra “Teologia Sistemática Pentecostal”, também da CPAD.

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Fonte:http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apolog%C3%83%C2%A9tica-crist%C3%83%C2%A3/217/para-sempre-sem-globo.html

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

ÍNDIOS POTIGUARAS PERNAMBUCANOS,OS PRIMEIROS PROTESTANTES BRASILEIROS

06.10.2017
Do blog ALMA SEDENTA, 21.01.16.
Por Revista ISTO É

Em trabalho inédito, historiadora revela que a primeira igreja evangélica do Brasil foi criada por índios da tribo potiguara convertidos por holandeses em Pernambuco. Perseguidos pelos portugueses, eles se refugiaram no Ceará
Muito se fala do legado das invasões holandesas no Brasil, que duraram quase três décadas durante o século XVII. A cidade do Recife, por exemplo, quartel-general dos invasores em Pernambuco, guarda até hoje as marcas do urbanismo batavo, com ruas e avenidas de traçado reto e pouco usual para a época. Em museus do Brasil e do mundo, sobrevive a arte de gênios holandeses da pintura e da botânica como Albert Eckhout e Frans Post, que documentaram o Brasil com cores e formas incomuns em outros registros. 

A partir de agora, um lado mais obscuro, mas não menos importante, da herança holandesa deve ganhar renovada atenção: o religioso. No livro "A Primeira Igreja Protestante do Brasil" (Ed. Mackenzie, 2013), lançado na semana passada, a historiadora e professora cearense Jaquelini de Souza conta a história da "Igreja Reformada Potiguara", criada por índios com apoio holandês e mantida em funcionamento pelos nativos mesmo depois da expulsão desses colonizadores pelos portugueses.

Como a história de qualquer igreja em seus primórdios, a da Igreja Potiguara começa confusa, com a ida para a Holanda, em 1625, daqueles que viriam a ser duas de suas maiores lideranças indígenas. Pedro Poty e Antônio Paraupaba, índios potiguaras, embarcaram para os Países Baixos em junho daquele ano sem saber bem o que fariam por lá. Ao aportar, foram apresentados ao que o país tinha de melhor, receberam educação formal e religiosa de ponta e logo se converteram ao protestantismo. Mas, diferentemente do que costumava acontecer com índios que iam à Europa com os ingleses e os franceses, cinco anos depois Paraupaba e Poty voltaram ao Brasil, em data que coincide com o início da segunda invasão holandesa (leia quadro) no País. 

Por aqui, assumiram funções administrativas, militares e espirituais. Aos poucos, deram corpo, com outros índios igualmente educados na fé, a um programa intenso de catequese e de formação de professores reformados indígenas. Incipiente, a igreja em formação se reunia nas aldeias e fazia batismos, casamentos, profissões de fé e ceias do senhor. "Já era a Igreja Potiguara porque, teologicamente, havendo dois ou três reunidos em nome de Deus, independentemente do lugar, está ali uma igreja", diz Jaquelini.


Pouco na nascente igreja a fazia diferir de outras experiências religiosas europeias nas Américas. Havia o componente protestante, que aproximava o índio do colonizador de forma inédita por colocar a educação do nativo como pré-requisito para sua conversão, algo que os católicos pouco faziam. Mas, ainda assim, tratava-se de uma experiência religiosa mediada por uma força impossível de ignorar: a de colonizador sobre colonizado.

"Por isso, argumento que foi só depois da expulsão dos holandeses que vimos aflorar a verdadeira Igreja Potiguara", diz Jaquelini. Expulsos do Brasil em 1654, os batavos abandonaram os potiguaras convertidos e outros nativos, aliados políticos e militares contra os portugueses, à própria sorte. Mesmo assim, a maioria dos protestantes manteve sua fé. Refugiados dos portugueses na Serra da Ibiapaba, no Ceará, onde chegaram depois de caminhar 750 quilômetros do litoral pernambucano ao sertão, eles continuaram praticando a fé protestante e chegaram a converter índios tabajaras, que também estavam no refúgio. Enquanto isso, Paraupaba, já tido como um brilhante historiador e profundo conhecedor da "Bíblia", tentava, na Holanda, apoio para os refugiados – um esforço que não rendeu frutos imediatos.


Nada, porém, tirou o peso da experiência protestante na Ibiapaba. Um relato do famoso padre Antônio Vieira, jesuíta português incumbido de relatar à Companhia de Jesus o que acontecia na região, dá o tom ao batizar o lugar de "Genebra de todos os sertões". A cidade de Genebra está para os protestantes como o Vaticano está para os católicos. 

Em outro trecho, Vieira diz que os índios "estão muitos deles tão calvinistas e luteranos como se nasceram em Inglaterra ou Alemanha". Não se sabe ao certo o que restou dos índios da Igreja Potiguara depois que o grupo se desfez, ao que tudo indica, passados seis anos de vida em comunidade na Ibiapaba. Especula-se que alguns se juntaram aos opositores dos portugueses durante as Guerras dos Bárbaros a partir de 1688. Outros teriam voltado ao catolicismo ou às religiões nativas. O que fica para história é que esses índios foram os primeiros brasileiros protestantes. E que a Igreja Reformada Potiguara foi a primeira igreja evangélica do Brasil
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Fonte:http://www.umaalmasedenta.com/2017/10/os-primeiros-protestantes-de-fato.html

Por que as igrejas deixaram de pregar sobre a volta de Jesus Cristo? Pastor lista 4 motivos

06.10.2017
Do blog GOSPEL MAIS, 04.10.17
Por  Renato Vargens

Resultado de imagem para Por que as igrejas deixaram de pregar sobre a volta de Jesus Cristo? Pastor lista 4 motivos

“Por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir (Atos 1:9-11)”. A pregação de que Cristo voltará sumiu dos púlpitos das igrejas evangélicas contemporâneas, e esse comportamento despertou a preocupação em um pastor brasileiro, que listou quatro motivos principais para essa mudança.

O pastor Renato Vargens usou seu blog para contar que na sua infância e adolescência “era muito comum os pastores e igrejas pregarem sobre a volta de Cristo”, mas que com o “advento do terceiro milênio, boa parte dos pastores […] deixou de tratar efetivamente desta verdade bíblica”.

“Por quais motivos as igrejas deixaram de tratar desse ensinamento bíblico? Sem querer ser simplista, penso que existe pelo menos quatro motivos para a igreja não tratar mais da volta de Jesus em seus púlpitos”, ponderou o pastor.

Confira a lista de motivos que Renato Vargens enxerga para a formação do cenário atual:

1) As mensagens pregadas nas igrejas estão muito mais focadas no aqui e agora do que na eternidade, o que se deve em parte, à teologia da prosperidade, que ao ser pregada e defendida pelos pastores tem introjetado no ouvinte a esperança de que uma vida de alegria e plenitude encontra-se nessa terra onde o crente em Jesus pode desfrutar de prosperidade e bençãos materiais;

2) Em segundo lugar, o secularismo, [que] foi introduzido aos púlpitos das igrejas evangélicas levando boa parte dos pastores a substituírem pregações que tratam de questões escatológicas por mensagens relacionadas a uma vida de sucesso nesse mundo;
3) Em terceiro lugar o hedonismo. Essa talvez seja uma das mais fortes características de uma igreja que deixou de pregar sobre a volta de Cristo, isso porque, devido ao antropocentrismo reinante em nos púlpitos, Cristo foi trocado pela satisfação humana o que se faz perceptível pela ênfase das pregações onde o foco está no prazer e alegria do fiel;

4) Em último lugar, o desconhecimento bíblico dessa doutrina. Lamentavelmente a maior parte dos pastores desconhecem as principais doutrinas das Escrituras. Na verdade, como podem ensinar o que não entendem? As estatísticas por exemplo afirmam que 50,6% dos pastores nunca leram a Bíblia toda. Ora, se não leram vão pregar o que? Nada, não é mesmo?

O pastor ainda acrescentou à sua reflexão quatro passagens bíblicas que evidenciam que “nosso Senhor prometeu que voltará e isso se dará em breve”:

“Tendo dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles. E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir” (Atos 1:9-11);

“Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre” (I Tessalonicenses 4:16-17);

“Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam” (Hebreus 9:27-28 );

“Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai. Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem. Pois nos dias anteriores ao Dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem” (Mateus 24:36-39).
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Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/por-que-igrejas-deixaram-pregar-volta-de-jesus-93026.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+gospelmais+%28Gospel%2B+%7C+Not%C3%ADcias%29

Passageiros do metrô fogem em pânico após evangelista ler a Bíblia

06.10.2017
Do portal GOSPEL PRIME, 04.10.17
Por Jarbas Aragão

Testemunhas relatam que pregação contra homossexualidade irritou quem estava no vagão 
Os passageiros que usavam o metrô de Londres na segunda-feira (2), forçaram as portas para sair de um vagão, reclamando que estavam sendo “aterrorizados” por um homem.

Na estação de Wimbledon, na região sudoeste da cidade, às 08:30, policiais entraram no metrô e encontraram o “suspeito” lendo a Bíblia em voz alta. Segundo testemunhas, quando ele começou a pregar que “a morte não é o fim”, muitos acreditavam ser uma ameaça terrorista de um fanático religioso.


Outro passageiro reclamou que quando o evangelista começou a “dizer coisas sobre homossexualidade ser pecado e como devemos nos arrepender de nossos pecados”, isso irritou algumas pessoas.

Alguns se levantaram para sair do vagão e acionaram a parada de emergência.  Por causa do pânico, foi realizado o procedimento padrão e as linhas de energia foram cortadas enquanto o vagão era esvaziado. A parada não programada gerou um efeito cascata que interrompeu a linha por quase 12 horas.

Um dos passageiros que estava no trem, disse que a leitura bíblica do homem levou a uma “agitação”. Quando as pessoas pediram que ele parasse, pois estava “assustando todo mundo” o evangelista, apenas abaixou a cabeça e continuou lendo.

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Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/passageiros-do-metro-fogem-em-panico-apos-evangelista-ler-biblia/

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Apaixonado por Deus e pela verdade

25.09.2017  
Do blog VOLTEMOS AO EVANGELHO, 11.01.17  
Por John Piper*

Versículo do dia: E daí? Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem, segundo está escrito: Para seres justificado nas tuas palavras e venhas a vencer quando fores julgado. (Romanos 3.3-4)

Nossa preocupação com a verdade é uma expressão inevitável de nossa preocupação com Deus. Se Deus existe, então ele é a medida de todas as coisas, e o que ele pensa sobre todas as coisas é a medida do que nós devemos pensar.

Não se preocupar com a verdade é não se preocupar com Deus. Amar a Deus com paixão é amar a verdade apaixonadamente. Ser centrado em Deus na vida significa ser conduzido pela verdade no ministério. O que não é verdade não procede de Deus.

Medite nestes quatro conjuntos de textos sobre Deus e a verdade:

1) Deus é a verdade

Romanos 3.3-4 (Deus Pai): “E daí? Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem, segundo está escrito: Para seres justificado nas tuas palavras e venhas a vencer quando fores julgado”.

João 14.6 (Deus Filho): “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”.

João 15.26 (Deus Espírito): “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim”.

2) Não amar a verdade é eternamente prejudicial

2Tessalonicenses 2.10: Eles perecerão, “porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos”.

3) A vida cristã baseia-se no conhecimento da verdade

1Coríntios 6.15-16:Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente, não. Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne”.

4) O corpo de Cristo é edificado com verdade em amor

Colossenses 1.28: “O qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo”.

Que Deus nos torne pessoas apaixonadas por ele e pela verdade.

John Piper é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e fundador do desiringGod.org e chanceler no Bethlehem College & Seminary. Ele serviu por 33 anos como pastor principal da Bethlehem Baptist Church em Minneapolis, Minnesota. Piper é autor de diversos livros, incluindo Uma Glória Peculiar (Fiel) e Em busca de Deus (Shedd).
***** Fonte:http://voltemosaoevangelho.com/blog/2017/01/11-de-janeiro-apaixonado-por-deus-e-pela-verdade/

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O PASTOR NÃO TRABALHA?

12.09.2017
Do portal da UNIVERSIDADE DA BÍBLIA, 11.09.17
Por Leandro Barreto*

O pastor não trabalha

Se um Professor estuda, se prepara e dá uma aula de 45 minutos, ele está trabalhando.
Se um Pastor estuda, se prepara e prega uma mensagem de 45 minutos, ELE NÃO TRABALHA.


Se um Psicólogo atende e aconselha pessoas, ele está trabalhando.

Se um Pastor atende e aconselha pessoas, ELE NÃO TRABALHA.

 
Se um Administrador se organiza, faz reforma, contrata mão de obra, e gerencia uma empresa, ele está trabalhado…

Se um Pastor se organiza, faz reforma, contrata mão de obra e gerencia uma igreja, ELE NÃO TRABALHA.


Se um contador faz os cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos, ele está trabalhando…

Se um Pastor faz cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos na igreja, ELE NÃO TRABALHA.


Se qualquer um desses tirar férias, é justo, afinal, eles trabalham…

Já um pastor não pode tirar férias, não deve receber salário, e não merece respeito…


Afinal, ELE NÃO TRABALHA!


VALORIZE SEU PASTOR!

VIDA DE PASTOR:

PASTOR É ALVO DAS MAIS DESENCONTRADAS OPINIÕES…


*Se o Pastor é ativo*
– É ambicioso


*Se é calmo*
– É preguiçoso


*Se o Pastor é exigente*
– É intolerante


*Se não exige*
– É displicente


*Se o Pastor visita*
– É incômodo


*Se não visita*
– É irresponsável pelas ovelhas


*Se o Pastor fica com os jovens*
– É imaturo


*Se fica com os adultos*
– É antiquado e ultrapassado


*Se fica com as crianças*
– É infantil


*Se procura atualizar-se*
– É mundano


*Se não atualizar-se*
– É mente fechada


*Se o Pastor cuida da família*
– É descuidado com a Igreja.


*Se o Pastor cuida da Igreja*
– É descuidado com a família


*Se prega pouco*
– É que não tem mensagem


*Se prega muito*
– É enfadonho


*Se não tem boa oratória*
– É despreparado


*Se tem boa oratória*
– É exibido


*Se procura agradar a todos*
– É sem personalidade


*Se é positivo, e procura corrigir*
– É parcial


*Se o Pastor se veste bem*
– É vaidoso


*Se veste mal*
– É relaxado


*Se não sorri*
– É cara dura


*Se o Pastor ri*
– É irreverente


*Se realiza programas novos*
– É que só quer viver de promoções


*Se não realiza.*
– É que não tem ideias


*Se o Pastor é alegre*
– É sem linha


*Se chora no púlpito*
– É chorão


*Se o Pastor organiza trabalho*
– É explorador do rebanho


*Se não organiza*
– É que não dá trabalho ao rebanho


*Se o Pastor fala alto*
– É irritante


*Se fala baixo*
– É um coitado, não tem voz ativa


*Se o Pastor prega na rua*
– Está baratiando o evangelho


*Se só fica na igreja*
– É acomodado nas quatro paredes


*Se o pastor está triste,*
_Já dizem que perdeu a fé.


*Se o pastor fica doente,*
_É porque está na carne.


*Ser Pastor é um tremendo desafio*

É uma questão de chamada e de entrega.

O Pastor é uma pessoa, que tem sentimentos!


Entenda o seu Pastor!


O Pastor é um ser humano que precisa das ovelhas, tanto quanto precisamos dele. É o portador das Boas Novas.

Ame e entenda seu Pastor.

*Ore e apoie o seu Pastor. Ele é carente de oração.*

by Facebook Leandro Barreto

“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.” (Jeremias 3:15)
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Fonte: http://www.universidadedabiblia.com.br/o-pastor-nao-trabalha/

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Fidelidade na Igreja: virtude do crente salvo

05.09.2017
Do portal da CPAD NEWS
Por Pr. Douglas Baptista

Pr. Douglas Baptista1. Constantemente tenho usado uma frase que tomei emprestada, provavelmente a tenha lido em algum lugar, porém não consigo recordar o autor. Não obstante, este lapso de memória a frase é extremamente profunda e diz o seguinte: “A obra de Deus não é feita pela maioria e sim pelos fiéis”.
 
2. Concordo plenamente com a afirmação e assino embaixo. Contudo, quem são estes fiéis? Onde estão? Como identificá-los? Como resposta, posso assegurar que os fiéis são a boa semente da parábola do trigo e o joio (Mt 13.38). Aqueles que já ressuscitaram com Cristo buscam as coisas do alto e não as que são da terra (Cl 3.1-2). Aqueles que em nada tem a sua vida por preciosa, contanto que cumpram com alegria o ministério que lhes foi confiado (At 20.24). Aqueles que não buscam reconhecimento do homem e trabalham com sinceridade e humildade buscando a glória de Deus e de seu reino (Fp 2.3).
 
3. Trabalhar com os fiéis é uma das grandes gratificações e alegrias do ministério pastoral. Poder contar com a fidelidade e o carinho daqueles que nos ajudam a ombrear a causa do Mestre é algo confortante e altamente satisfatório. Nos dias sombrios e difíceis, nos dias de batalha espiritual e até nos problemas financeiros pode-se contar com os fiéis, eles estão ali prontos, disponíveis e preparados para o combate, basta chamá-los.
 
4. Grande é a satisfação pastoral em poder contar com seus filhos na fé que andam na verdade (3Jo 1.4). É gratificante notar o crescimento e o amadurecimento espiritual daqueles que estão conosco na jornada para a Canaã Celestial. Paulo depois de tratar, corrigir, exortar e ensinar a igreja em Corinto pode exclamar com júbilo: “Regozijo-me de em tudo poder confiar em vós” (2Co 7.16).
 
5. O comportamento dos fiéis serve de exemplo para toda membresia. Suas vidas estão escondidas em Cristo. Velhos hábitos e costumes antigos foram arrancados, abandonados e substituídos pelo Fruto do Espírito Santo (Gl 5.22-23). A vida que agora vivem na carne, vivem-a na fé em Jesus Cristo (Gl 2.20) e a paz de Deus domina seus corações fazendo-os serem agradecidos (Cl 3.15).
 
6. Apresentam-se para contribuir e ajudar sem qualquer outra intenção que não seja o crescimento da igreja. São dotados de ética, lisura e disciplina cristã. Não se intrometem se não forem chamados e nem emitem opinião ou palpites se não conhecerem profundamente o assunto. Servem pelo motivo certo e no lugar certo.
 
7. Este comportamento são virtudes adquiridas como resultado de uma vida de temor e comunhão com Deus. Fiéis como este é possível confidenciar assuntos delicados. A eles é possível confiar as variadas e múltiplas atividades da igreja. Os fiés também demonstram preocupação sincera com o bem estar social e a saúde do pastor e de sua família. Prestam apoio despretensioso e não exigem retribuição. Reconhecem seus líderes e os possuem em estima e consideração (1Ts 5.12-13).
 
Qual o seu parecer?

Pense nisso!

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Fonte: http://www.cpadnews.com.br/blog/douglasbaptista/o-cristao-e-o-mundo/156/fidelidade-na-igreja:-virtude-do-crente-salvo.html

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Evangelicalismo brasileiro e jugo desigual

28.08.2017
Do portal da CPAD NEWS, 13.08*
Por  Ciro Sanches Zibord**

Ciro Sanches ZibordiAinda que seja comum chamar de “jugo desigual” casamentos mistos ou namoros de cristãos com pessoas não salvas, o sentido desse termo neotestamentário é muito mais amplo e abarca todos e quaisquer tipos de comunhão com os incrédulos (2Co 6.14-18). Prender-se a um jugo desigual com infiéis é um ato que decorre de amar o mundo e conformar-se com ele (cf. 1Jo 2.15-17; Tg 4.4; Rm 12.1,2 e Jo 15.19), já que o contrário disso é ser santo, isto é, separar-se de prazeres carnais (Hb 11.24-26 e Jo 15.19), de companheiros mundanos (Hb 7.26 e Is 6.1-8) e também de alianças prejudiciais à comunhão com Deus (2Co 6.16-18 e Ez 22.26).

Neste início de milênio, pelo menos quatro acontecimentos nos têm feito refletir sobre alianças com quem propaga heresias. Primeiro, a realização de cultos em igrejas evangélicas com a presença de conhecidos hereges, como o “reverendo” Moon, que dizia ter nascido para concluir a obra que Jesus não conseguiu consumar! Segundo, a participação de famosos cantores evangélicos em megaeventos da Igreja Católica Apostólica Romana. Terceiro, os constantes convites de programas televisivos mundanos a astros do mundo gospel, os quais, por sua vez, exercem influência sobre cristãos incautos. Quarto, o apoio de líderes, pregadores e cantores pretensamente ortodoxos a grupos unicistas — que negam abertamente a doutrina da Trindade —, bem como a milagreiros, propagadores de heresias e modismos pseudopentecostais.


Podemos chamar de jugo desigual com os infiéis toda e qualquer reunião entre evangélicos e não evangélicos, entre ortodoxos e propagadores de heresias? Qual é a resposta bíblica ao culto ecumênico, que se torna cada vez mais comum, nesses tempos pós-modernos, a ponto de celebridades gospel e padres galãs serem convidados para “louvarem” juntos em programas de televisão? Quem defende o “casamento” entre ortodoxos (até que se prove o contrário) e adeptos de heresias se vale da seguinte desculpa, associada a um motivo aparentemente nobre: “A convivência ecumênica é importante para promover a paz e não deve ser confundida com o sincretismo religioso”.


Um texto bíblico que lança luz sobre essas questões é Atos 17.15-34. Se o apóstolo Paulo pregou o Evangelho no Areópago, em Atenas, diante de religiosos e filósofos, por que um líder, pregador ou cantor deveriam desprezar a oportunidade de anunciar — na “presença dos deuses” — que Jesus Cristo é o Mediador, o Senhor e o Redentor, o único que pode dar à humanidade a verdadeira paz? Abordando o assunto sob essa ótica, não se vê, aparentemente, problema algum no fato de um salvo participar de eventos com quem propaga heresias. Entretanto, faz-se necessário problematizar um pouco mais o assunto em questão, perguntando: Quando participam de eventos ecumênicos ou em programas televisivos, devem os cristãos omitir o objeto de sua fé para não parecer desamorosos?


Jesus não veio ao mundo para pregar a convivência ecumênica entre as religiões, por mais intolerante e “politicamente incorreto” que isso possa parecer. Ele apresentou-se como a única porta para a salvação da humanidade (Jo 10.9 e 1Tm 2.5). Aliás, houve um tempo em que o ecumenismo religioso era considerado um grande perigo para as igrejas. E qualquer comunhão ecumênica entre evangélicos, católicos e espíritas era inimaginável, em razão de os líderes eclesiásticos, à época, estarem atentos às estratégias do Inimigo que visam a enfraquecer a contundente mensagem de arrependimento. Mas há incautos felizes pelo fato de cantores e youtubers gospel aparecerem na TV, ignorando que existe um plano manipulador da grande mídia que visa a enfraquecer a “preconceituosa e fundamentalista” pregação de que Jesus é o único Senhor e Salvador.


Quando participam de tais eventos, os evangélicos não têm a coragem de confrontar o pecado. E apresentam um evangelho light, agradável, apaziguador, simpático, suave, aberto ao ecumenismo, além de criticarem o padrão ortodoxo, pelo qual se defende o Evangelho, os valores morais deixados por Jesus e a cosmovisão judaico-cristã. Dizem os incautos: “O que nos une é muito maior do que o que nos divide”. Para eles, o sincretismo religioso é aceitável, pois o importante é “o evangélico ocupar espaços que outrora eram exclusivamente dos ímpios”. Que engano! Paulo, no Areópago, em Atenas, fez o quê, em meio a tantos propagadores de heresias? Adotou ele uma conduta “politicamente correta”? Apresentou aos atenienses a mensagem que queriam ouvir? Ele disse o que todos precisavam ouvir, visto que “o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria” (At 17.16).


Embora o Senhor tenha afirmado: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6), está crescendo no evangelicalismo mundial a simpatia pelo movimento ecumênico. Pastores renomados deixaram de falar de Jesus com clareza, a fim de pregar sobre Deus de maneira geral, sem ofender católicos, muçulmanos etc. O ecumenismo, com sua pregação “politicamente correta”, vem sendo apontado como um importante recurso para promover a paz. Apesar disso, o terrorismo islâmico se fortalece cada vez mais, já que muçulmanos jamais abrirão mão de sua “verdade”. Ademais, como se sabe, o catolicismo romano se vale do ecumenismo principalmente para frear o progresso da comunidade evangélica, sobretudo a pentecostal. Por que, então, os cristãos, que verdadeiramente pregam a paz, teriam de renunciar à Verdade?


Por outro lado, defensores do Evangelho que se prezam não devem apoiar “apóstolos” que pregam heresias e modismos pseudopentecostais, mesmo com a desculpa de que o Evangelho precisa ser pregado inclusive “com fingimento” (Fp 1.18). Ora, nesta passagem, o apóstolo Paulo, preso na cidade de Filipos, se referiu a opositores judeus que o acusavam perante tribunais de Roma. Ao verberarem contra ele, tais inimigos do Evangelho eram obrigados a dizer que Paulo estava pregando sobre a morte e a ressurreição do Senhor Jesus. Eles tinham de afirmar que, para esse apóstolo, Jesus estava acima de César, visto que o título de Senhor, à época, não implicava apenas senhorio. O imperador romano, como senhor de Roma, recebia adoração. E, nesse caso, Jesus, como Senhor, era adorado pelos cristãos, tomando, por assim dizer, o lugar de César.


Com isso, os judeus que acusavam Paulo estavam — indiretamente — pregando o Evangelho! E o apóstolo se regozijava com esse resultado, a despeito de sofrer por amor a Cristo. A frase “Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira” (Fp 1.18) não deve ser empregada de modo generalizante, a fim de afirmar que os crentes, hoje, podem usar todos e quaisquer meios para propagar o Evangelho. A Palavra de Deus diz que devemos fugir da aparência do mal (1 Ts 5.22). Lembremo-nos, finalmente, de que o Senhor Jesus asseverou que não existe unidade motivada pelo amor divorciada da verdade da Palavra: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.15-24).


*Artigo publicado no Mensageiro da Paz de julho de 2017

  **Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Autor do best-seller “Erros que os pregadores devem evitar” e das obras “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Erros que os adoradores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A” e “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer”, todos títulos da CPAD. É ainda co-autor da obra “Teologia Sistemática Pentecostal”, também da CPAD.
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Fonte:http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apolog%C3%83%C2%A9tica-crist%C3%83%C2%A3/215/evangelicalismo-brasileiro-e-jugo-desigual.html

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Proteja sua família do uso errôneo da tecnologia

23.08.2017
Do BLOG BELVEREDE, 11.09.2014
Por Huffington Post*

Dez razões pelas quais dispositivos portáteis devem ser proibidos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Ao contrário do que muitos pais imaginam, o contato com as tecnologias não deixam as crianças mais inteligentes. Pesquisas científicas comprovam que o excesso ou uso precoce pode até mesmo prejudicar sua capacidade de psicomotricidade e causar danos de aspecto físico, intelectual e emocional.

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria atestam que bebês na idade entre 0 a 2 anos não devem ter qualquer exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ter acesso restrito a uma hora por dia e crianças, de 6 a 8 anos devem ter acesso restrito a 2 horas por dia. Acontece que hoje as crianças e jovens usam a tecnologia em quantidade de 4 a 5 vezes maior do que a recomendada, o que está resultando em consequências graves e ameaças virais.

Segundo pesquisa da Common Sense Media, em 2013, os dispositivos portáteis, tais como celulares, tablets, jogos eletrônicos, etc, t~em aumentado dramaticamente o acesso e uso à tecnologia, especialmente por crianças muito novas. Terapeutas ocupacionais e pediátricos têm convidado os pais, os professores e os governos a proibir o uso de todos os dispositivos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Você acha exagero? Veja a seguir 10 razões embasadas em pesquisas que provam que não:

1. Crescimento rápido do cérebro

Entre 0 e 2 anos, o cérebro da criança triplica de tamanho e continua em estado de rápido desenvolvimento até os 21 anos de idade. O desenvolvimento inicial do cérebro é determinado por estímulos ambientais ou pela falta dele. O estímulo a um desenvolvimento cerebral causado por exposição excessiva a tecnologia (celulares, internet, iPads, TV) foi mostrado afetar negativamente o funcionamento e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, aprendizagem deficiente, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de auto-regular, causando por exemplo "birras", ataques de raiva, etc.

2. Atraso no desenvolvimento

O uso da tecnologia restringe o movimento, o que pode resultar em atrasos nas funções motoras. Uma em cada três crianças agora entra na escola com atraso de desenvolvimento, impactando negativamente a alfabetização e o desenvolvimento acadêmico. O movimento aumenta a atenção e a capacidade de aprendizagem. Com isso, o uso da tecnologia por crianças com idade inferior a 12 anos é prejudicial também nesse aspecto.

3. Epidemia de obesidade

O uso da TV e vídeo game está correlacionado com o aumento da obesidade. As crianças que possuem dispositivos eletrônicos em seus quartos têm 30% de aumento na incidência de obesidade. Em locais onde o uso de gedgets na infância é ainda maior, como no Canadá e Estados Unidos, um em cada quatro canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas. E algo muito preocupante é que 30% das crianças obesas irão desenvolver diabetes e os indivíduos têm maior risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco precoce, encurtando gravemente a expectativa de vida, conforme indica dados da Center for Disease Control and Prevention 2010. Em entrevista à BBC News, o professor Andrew Prentice disse que com base na estatística, crianças do século 21 podem compor a primeira geração onde muitos não vão viver mais que seus pais, grande parte devido à obesidade. 

4. Privação do sono

Você sabia que 60% dos pais não supervisionam o uso de tecnologia de seus filhos e 75% das crianças estão autorizadas a terem tecnologia em seus quartos? Dentre essas 75% com idade 9 e 10 anos são privadas de sono e como consequência, suas notas na escola estão negativamente impactadas?

5. Doença mental

Algo ainda mais grave é que o uso excessivo de tecnologia está implicado como a principal causa de taxas crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno de apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático, mostram estudos de diferentes centros de pesquisa. Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada; muitas delas estão em uso de medicação psicotrópica perigosa.

6. Agressão

Há muito já discutido no Brasil, conteúdo de mídia violento pode causar agressividade infantil. As crianças estão cada vez mais expostas à crescente incidência de violência física e sexual na mídia hoje. Muitos jogos de vídeo game retratam sexo, assassinato, estupro, tortura, assim como fazem muitos filmes e propagandas de TV, com a diferença que os games incentivam os jogadores a cometerem os crimes. Os EUA classificaram a violência na mídia como um risco à saúde pública devido ao impacto causal sobre a agressão infantil.

7. Demência digital

Conteúdo de mídia de alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção, bem como a diminuição de concentração e da memória, devido ao cérebro eliminar trilhas neuronais no córtex frontal. Logo, crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.

8. Vícios

Como os pais foram cada vez mais presos à tecnologia e ao superativismo, eles estão cada vez mais se afastando de seus filhos. Na ausência de apego dos pais, as crianças tendem a se conectar a dispositivos, buscar interações nas redes sociais, oque pode resultar em dependência. Segundo dados de 2009, uma em cada 11 crianças com idades entre 8 e 18 anos são viciadas em alguma tecnologia.

9. Emissão de radiação

Em maio de 2011, a Organização Mundial da Saúde classificou os telefones celulares (e outros dispositivos sem fio) como um risco categoria 2B (possível cancerígeno), devido à emissão de radiação. James McNames com a Health Canada, em outubro de 2011, emitiu um aviso de advertência dizendo: "As crianças são mais sensíveis do que os adultos a uma variedade de agentes - como seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento - então você não pode dizer que o risco seria igual para um jovem adulto quanto é para uma criança". (Globe and Mail de 2011).

Mais recentemente, em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Universidade da Escola de Saúde Pública de Toronto, no Canadá, recomendou que, com base em novas pesquisas, a exposição à radiofrequência deve ser classificada como 2A (provável concerígeno) que é visto de forma mais amena.

10. Insustentável

As maneiras pelas quais as crianças são criadas e educadas com a tecnologia já não são sustentáveis. As crianças são o nosso futuro, mas como será o futuro para pessoas desde a infância com overdose de tecnologia? Expostas a tantas consequências físicas, emocionais e psicológicas? Cuidar disso é urgente! É preciso que os pais e responsáveis se mobilizem a começar cem seus lares, imponham limites, regras de uso, a fim de reduzir o uso de tecnologia por crianças.

Que tal dar uma chance para os livros, brinquedos do armário, para os amigos e, por que não, para o papel em branco? Aposto que vão sair histórias muito mais cheias de finais felizes.

*Huffington Post via Mensageiro da Paz (edição setembro de 2014).

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Fonte:https://belverede-cosmovisao.blogspot.com.br/2014/09/proteja-sua-familia-do-uso-erroneo-da.html